Não vou chamar mais de “Vídeo recomendado da semana” porque não posso garantir que irei postar semanalmente, OK?
Título: Masters of Photography
Autor(es): Ilay Ron (ilayrock)
Duração: 04:46
Não vou chamar mais de “Vídeo recomendado da semana” porque não posso garantir que irei postar semanalmente, OK?
Título: Masters of Photography
Autor(es): Ilay Ron (ilayrock)
Duração: 04:46
Um fotógrafo cujo trabalho aprecio muito é o espanhol Chema Madoz. Gosto de suas imagens pelo fato de que as mesmas nos fazem olhar duas vezes, pensar… até entendermos e acharmos graça. Trabalhando essencialmente em P&B e sépia, Madoz, que completará seu 50º aniversário em 2008, explora em suas fotos objetos e cenas do cotidiano de uma forma completamente inovadora, ao mesmo tempo em que abusa de metáforas. Com Chema Madoz, nem tudo é o que parece…
- Site oficial do fotógrafo
- Site com algumas fotos selecionadas
Quem mexe com fotografia, seja ela digital ou convencional, já esta careca de saber sobre a necessidade de manjar um pouquinho de Photoshop. É quase como um dogma da fotografia nos dias de hoje.
No entanto, para se obter resultados adequados, é necessário que se tenha conhecimentos sólidos em relação aos comandos e opções do programa. Eu, particularmente, quando vou tratar uma foto qualquer, até tenho medo de estragá-la (coisa que já aconteceu “n” vezes), uma vez que minhas habilidades no tratamento de imagens são vergonhosas… Na maioria das vezes me atenho a ajustes de “Levels”, “Shadows & Highlights” (esse comando é fantástico!), “Color Balance”, “Hue & Saturation”, “Unsharp Mask” (imprescindível!) e “Crop”, sempre nesta ordem.
Dentre estes softwares, existe um que é indicado para a “maquiagem digital”, ou seja, a correção de imperfeições e melhoramento de retratos de pessoas. É o Portrait Professional. O trunfo deste programa é que, segundo o seu desenvolvedor, não é necessário ficar perdendo tempo selecionando partes da foto, nem retocando os defeitos com pincéis, muito menos se batendo com o sistema de layers do PS (até hoje eu não sei mexer adequadamente com os famigerados layers…). Basta ajustar as configurações por meio de alguns botões deslizantes, que o programa faz o resto sozinho. No site do software há uma galeria com exemplos de imagens tratadas com o mesmo, no estilo “Antes e Depois”. Você escolhe qual foto quer ver (tem 15 à disposição) e então passa o ponteiro do mouse sobre ela, para poder visualizar as melhorias em tempo real. Se o que o fabricante promete for realmente verdade, os resultados são incríveis!
Quem acessou o blog ultimamente deve ter reparado que o mesmo esteve meio parado nos últimos dias. Explico. Até a quarta-feira passada estive bastante atarefado no trabalho, de forma que, à noite, não estava muito inspirado para postar algo. E na quinta-feira, mal o relógio marcou 17:00h, eu zarpei para o feriadão.
Passei 3 dias bem bacanas em São Francisco do Sul, cidade histórica situada no Estado de Santa Catarina, bem pertinho da divisa com o Paraná. É a 3ª cidade mais antiga do Brasil, tendo sido “descoberta” em 1504 pelo explorador francês Binot de Gonneville. Com centenas de casarões e edifícios centenários, o local é um paraíso para quem gosta de fotografar a arquitetura de outras épocas.
Já estive lá umas 4 vezes. Me recordo de uma delas, em 2005, em que fui junto com alguns amigos fotógrafos de Curitiba e Blumenau. Saímos de madrugada de CWB, com a intenção de fotografar o nascer-do-sol sobre a Baía da Babitonga, mas demos com o burro n’água, pois amanheceu nublado, e ainda chuviscando. Para não ficarmos parados, fomos andar pelas ruas do centro histórico a fim de fotografar as construções antigas, grande parte delas tombada pelo Patrimônio Histórico Nacional. Por volta das 10:30h o tempo melhorou, e daí até o início da noite, aproveitamos para fazer imagens do alto do Morro do Forte, da Prainha e de Enseada. Qualquer hora eu posto algumas fotos feitas naquela ocasião…
Bom, mas desta vez, fui para São Chico para descansar. Se bem que, fotógrafo que é fotógrafo não sai nunca de casa sem uma câmera. Para quem não foi exclusivamente para fotografar, o feriado até que foi bem produtivo: fiz nada menos do que 304 exposições! Isso já descontando as que apaguei diretamente na câmera… Como fiquei hospedado no último andar de um hotel de frente para o mar, aproveitei para fazer vários registros da paisagem local. Fiz também diversos experimentos utilizando longas exposições (geralmente de 2 a 3 minutos) com a minha boa e velha Canon EOS 20D. Para tal, usei e abusei do disparador remoto genérico que comprei recentemente. Ainda não sobrou tempo para dar uma tratada nas melhores fotos, mas assim que o fizer, coloco alguns exemplos no blog. No final deste post tem 3 fotinhas aleatórias que tirei nesse feriado, apenas com ajustes nos “levels”.
Nessa Páscoa pude zerar o estresse acumulado desde o Carnaval, e ainda fiz algumas fotos que achei bem bacanas. Valeu a pena ter enfrentando o movimento da “Briói” (para quem não entendeu, é como a rodovia BR-101 é carinhosamente chamada por alguns catarinenses), que, por sinal, estava complicadíssimo. No trecho de serra o fluxo dos veículos chegou a parar completamente em alguns momentos, mesmo nos locais com 3ª pista. Pensei em encostar para fazer umas fotos, mas acabei mudando de idéia ao prever a dificuldade que seria voltar para a faixa de rolamento…
Título: Time Lapse Photography (Night & Day)
Autor(es): googlepolice, 599 productions, manhattancoffee
Duração: 02:50
Para quem ainda não viu, restam só mais dois dias até o término da exposição das fotos vencedoras do concurso de fotojornalismo da World Press Photo, que está sendo realizada em Curitiba, na sala de eventos do UnicenP.
Estive visitando a mesma no início do mês, e posso dizer que, para quem curte fotografia, a exposição é um prato cheio! Há imagens impressionantes, extraordinárias e comoventes, retratando temas que vão da guerra no Iraque até o derretimento das geleiras. Todas as fotos são apresentadas em grandes ampliações, fixadas em painéis e biombos espalhados pelo salão.
Apesar de a exposição se chamar World Press Photo 2006, na verdade as fotos expostas foram publicadas no ano de 2005. Para quem não sabe, já saiu a lista das fotos vencedoras publicadas em 2006, só que desta vez a cidade escolhida para receber as imagens do concurso WPP 2007 foi São Paulo. A exposição será de 07 de maio a 11 de junho deste ano.
Bom, mas voltando à exposição em Curitiba, muitas das fotos que podem ser vistas no UnicenP são temas para discussões infindáveis entre amigos. Algumas delas podem chocar as pessoas mais sensíveis. Eu, particularmente, aprecio a coragem dos fotógrafos de conflitos. Porém, prefiro fotos de natureza, de flagrantes urbanos ou que mostrem costumes e tradições humanas pelo mundo afora. Essas, infelizmente, são minoria na exposição.
Então está dada a dica. A exposição vai só até a próxima quinta-feira (29). Como até agora não li nada sobre uma eventual prorrogação até o domingo, só digo uma coisa a vocês: corram!!!
Foto: Finbarr O´Reilly/Reuters/World Press Photo
Apesar das previsões nada animadoras quanto à disponibilidade de água potável num futuro não muito longínquo, hoje comemora-se em todo o mundo o Dia da Água!
O Brasil, assim como em diversos outros aspectos, também foi abençoado em relação ao volume e qualidade desse recurso natural que é imprescindível para a vida. Imagine como seria passar um dia sem água. Além da sede insuportável, ficar sem poder tomar um bom banho gelado no verão (e quente no inverno!), sem ter como lavar roupas e utensílios domésticos…
No caso dos fotógrafos, o que seria daqueles que curtem clicar a natureza se não fosse a água que despenca de belas cachoeiras, ou então que compõe paisagens litorâneas magníficas, ou que volta e meia resolve cair na forma de gotas bem na hora que estamos com todo o equipamento fotográfico desprotegido, mas que minutos depois nos brinda com a possibilidade de fotos espetaculares de folhas, flores e pequenos animais “decorados” com essas gotas… É, imagine…
Eu sempre gostei da água, doce ou salgada. A primeira para beber bem gelada; a segunda, para imergir o corpo, principalmente se for numa praia paradisíaca. Talvez seja por isso que minhas duas cores preferidas sejam azul e verde! Nunca tinha pensado nisso… Bom, a grande verdade é que, pela data do meu nascimento, devo ter sido “encomendado” no mês de dezembro. Como meus pais contam que, naquela época, era sagrado eles irem para a praia e ficarem pelo menos um mês curtinho, pode-se deduzir que meus genes contêm um pouquinho de cloreto de sódio e areia (e cerveja, talvez?) :-) Elementar! Isso explica minha paixão pelo mar.
Falando em água, me lembrei que há algum tempo (mais precisamente em 2005), participei do 7º Salão Nacional de Fotografia de Sorocaba. Era uma mostra de fotos aberta a todos os fotógrafos do país, e cujo tema foi, justamente, “Água”. Participei com 3 fotos, as quais podem ser visualizadas mais abaixo. Na ocasião, meus trabalhos, bem como as imagens de outros 74 fotógrafos de 10 Estados, foram expostos na galeria de artes da Fundação de Desenvolvimento Cultural, em Sorocaba/SP. Que chique, hein? :-) Bom, mas chega por hoje, porque eu já tô com sede…
© Todas as fotos são de autoria de A. Joukowski. Direitos reservados.
Hoje, às 21:06h (de acordo com o Simepar), tem início o outono… Para quem gosta de fotografar paisagens e natureza, a estação é propícia para a obtenção de imagens com uma qualidade extra, se comparadas a fotos tiradas no verão. Em primeiro lugar, a luz (que é o que torna uma fotografia boa ou não) torna-se mais suave, mais difusa, pois o Sol já não fica mais “a pino”. Com isso, a luz em si atua como uma cúmplice em favor dos fotógrafos interessados em registrar belas imagens. Além disso, um outro fator importante a ser considerado é a menor quantidade de chuvas, o que garante um maior número de dias convidativos para a fotografia.
Em algumas regiões, o outono traz também novas cores. Sai de cena o verde vivo e apresentam-se o amarelo e o avermelhado, como no caso de árvores com folhas decíduas, que ao passo de algumas semanas, adquirem dezenas de tons diferentes, até finalmente se soltarem e mergulharem rumo ao chão. Todo ano eu tenho a oportunidade de presenciar este espetáculo, quase sempre na hora do almoço. É que na rua que passa em frente ao local onde trabalho há vários plátanos plantados em linha sobre o passeio. São árvores ainda de médio porte, mas que já têm beleza ímpar. Chega uma ocasião em que os galhos ficam completamente nus, ao contrário do piso ao redor, repleto de folhas amontoadas. Já faz tempo que eu planejo registrar, fotograficamente, o ciclo de vida destas árvores, mas sempre aparecem novos afazeres e a idéia acaba ficando pra depois. Imagino que seria bem legal elaborar uma animação com uma seqüência de fotos tomadas periodicamente (a cada semana ou 15 dias) do grupo de árvores ou de um exemplar isolado, mostrando todas as fases e todas as cores ao passar de um ano completo. Uma hora dessas (ou melhor, um ano desses) eu faço isso!
Outra vantagem de tirar fotos no outono é que você pode viajar a lugares turísticos e não topar com um mundaréu de gente. Isso é ainda mais verdade quando se tratam de praias. Nada melhor do que fotografar à beira-mar, principalmente quando não há ninguém na areia ou na água para estragar sua foto. E sem falar que, com as temperaturas mais amenas do outono, dá menos dó de sair com sua câmera debaixo do sol.
Então está dada a dica! Deixem suas câmeras prontas, com as lentes limpas e as baterias carregadas. O outono está aí e, apesar de durar só 3 meses, traz um novo mundo de temas para a fotografia amadora. Eu prometo que este ano vou fazer pelo menos uma fotinha das folhas caídas dos plátanos perto do meu trabalho. Como, por enquanto, não tenho nenhuma imagem do gênero, vou terminar este post com uma foto que a maioria de vocês já deve ter visto. A foto não é de minha autoria, mas representa bem aquilo que eu comentei. Pra quem não se lembra, é um papel-de-parede disponível no Windows XP…
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